Tosse dos canis: saiba mais sobre a doença contagiosa comum no inverno

Os tutores de cachorros precisam estar atentos a uma série de cuidados para garantir o bem-estar do bichinho. Devem, principalmente, observar o aparecimento de sintomas como vômitos, diarreias, fadiga, dentre tantos outros podem indicar que algo está errado com o pet. Durante o inverno a tosse excessiva é um sintoma recorrente, que pode indicar uma doença comum nesta estação. Você já ouviu falar da tosse dos canis?

Apesar de muitos não conhecerem, a traqueobronquite infecciosa (como é chamada de maneira formal) é altamente contagiosa e pode se alastrar rapidamente entre cães que compartilham o mesmo espaço. Assim como em humanos, este de doença acaba sendo mais comum no inverno, quando as baixas temperaturas deixam o bichinho mais exposto ao clima úmido.

Por se tratar de uma doença bacteriana, o contágio é feito quando existe o contato direto entre um cachorro infectado e um saudável – justamente por isso, o problema aumenta quando há uma grande concentração de bichos em um único local. As bactérias podem ainda ficar presas a objetos de uso diário, como bebedouros, brinquedos, comedouros e até mesmo tecidos. Por isso, acabam sendo mais comuns em locais como creches e hotéis e para animais.

Além da tosse seca em si, outros sintomas combinados podem apontar que o pet esteja com a doença: espirros, secreção, dificuldade respiratória e febre. Apesar de serem sinais considerados comuns, é preciso estar atento. Em casos mais graves, a tosse dos canis pode evoluir para quadros de pneumonia, principalmente em cachorros muito novos ou muito idosos.

Caso o seu cachorrinho esteja apresentando algum destes sintomas, não demore a procurar um veterinário. O cliente My Pet já tem no primeiro contato por telefone, orientações sobre os cuidados básicos e, em casos necessários, encaminhar um profissional para a residência para fazer uma avaliação presencial.

O médico veterinário Daniel Cooper esclarece que o tratamento da tosse dos canis, quando detectado de forma precoce e na maioria dos casos, é feito com uso de xaropes expectorantes, combinados muitas vezes com anti-inflamatórios e antibióticos. “Apesar de se tratar de uma doença comum, o diagnóstico deve ser feito pelo médico veterinário e o tratamento pode variar de acordo com cada caso devido existir subtipos de agentes que podem estar causando a infecção. Se o tratamento é assertivo na fase inicial, geralmente os sintomas sessam em algumas semanas, porém, se não tratado, pode evoluir para quadros mais severos como as broncopneumonias”, ressalta Daniel, que é diretor de operações do plano My Pet.

Os tratamentos para a doença são altamente eficazes, mas a melhor forma de cuidar do seu pet ainda é a prevenção. Desta forma, é importante estar atento ao calendário vacinal e garantir que todas as doses estão em dia, incluindo a vacina contra tosse dos canis, que pode ser tomada a partir das oito semanas de vida do cachorro, aponta Daniel, lembrando que esta decisão depende da orientação médica e da rotina do seu pet.

A dica diante de uma suspeita é certificar-se de que todos os objetos do seu bichinho sejam higienizados regularmente e ao perceber qualquer sintoma diferente, procure um veterinário. “A imunização auxilia na diminuição dos sintomas caso o cão entre em contato com o antígeno, por isso é muito importante manter a carteira de vacinação em dia. Caso o animal seja exposto e inicie os sintomas, leve ao veterinário para efetivo diagnóstico e tratamento assertivo”, finaliza.

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